Tradução de “Contra os Retóricos” de Sexto Empírico

arq_2735_120597É com orgulho que anuncio a publicação de Contra os Retóricos, de Sexto Empírico, pela Editora Unesp.  Trata-se da primeira tradução do expoente máximo do ceticismo antigo em língua portuguesa

A tradução foi feita por mim e pelo amigo Rodrigo Pinto de Brito, professor da Universidade Federal de Sergipe. Nos baseamos  no texto fixado por August Immanuel Bekker (BEKKER, I. Sextus Empiricus [opera omnia]. Berlim: Typis et Impensis Ge. Reimeri, 1842).

Levamos em conta, também, todas as emendas de Hermann Mutschmann (MUTSCHMANN, H. Sexti Empirici Opera. v.III. Leipzig: Bibliotheca Scriptorum Graecorum et Romanorum Teubneriana, 1912). Também comparamos com a versão para o latim de Henri Estienne e Gentian Hervet (STEPHANI, H.; HERVET, G. Sexti Empirici Opera Graece et Latini. Leipzig: Sumptu Librariae Kuehnianae, 1841).

A edição conta com uma Apresentação e Comentários Explicativos. O texto é indispensável não apenas para o estudioso da Filosofia Antiga, mas também para os interessados em linguística, teoria da comunicação e teoria literária.

Ficha Técnica

ISBN: 978-85-393-0391-5 / Assunto: Filosofia / Idioma: Português / Formato: 14 x 21 cm / Páginas: 92 / Ano: 2013 / Primeira Edição / Acabamento: Brochura com orelhas / Preço: R$ 18,00 / Link para o livro na Editora Unesp: http://www.editoraunesp.com.br/catalogo-detalhe.asp?ctl_id=1486

Trecho em destaque:

E quando o embaixador de Quíos fez uma petição pela exportação de grãos, eles mandaram-no embora de sua assembleia de mãos vazias, porque ele fez sua petição muito longamente, mas quando outro homem mais conciso foi enviado (pois os habitantes de Quíos eram duramente pressionados pela necessidade), eles reconheceram sua petição, pois este homem ergueu diante deles uma saca vazia e disse: “isto precisa de farelo de cevada”. Ainda assim, mais uma vez, eles censuraram esse homem como um tagarela, pois apenas mostrar a saca vazia já indicaria suficientemente a petição dos habitantes de Quíos”

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